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domingo, 17 de janeiro de 2016

#CURSO #APH #60HORAS #ATUALIZAÇÃO #AHA #2015 #ENFERMAGEM #BOMBEIROS

 INICIA O CURSO DE CAPACITAÇÃO EM APH | FEVEREIRO/2016 | 60 HORAS 
Maiores informações entrar em contato pelo telefone: 14- 3814 - 6449 -                           e-mail: vitoria.botucatu@gmail.com  

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Descrever os procedimentos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) baseados nas novas diretrizes da American Heart Associaton | 2015




  • Em vítimas adultas de PCR, o correto é que os socorristas apliquem compressões torácicas a uma frequência de 100 a 120/min. 


    O número de compressões torácicas aplicadas por minuto durante a RCP é um fator determinante importante do retorno da circulação espontânea (RCE) e da sobrevivência com boa função neurológica. O número real de compressões torácicas aplicadas por minuto é determinado pela frequência das compressões torácicas e o número e a duração das interrupções nas compressões (para, por exemplo, abrir a via aérea, administração de ventilação de resgate, permitir análise DEA). Na maioria dos estudos, a aplicação de mais compressões está associada a maiores taxas de sobrevivência, ao passo que a aplicação de menos compressões está associada a uma menor sobrevivência. A aplicação de compressões torácicas adequadas exige ênfase não somente na frequência adequada de compressões, mas também em minimizar interrupções a este componente crítico da RCP.

      Durante a RCP manual, os socorristas devem aplicar compressões torácicas até uma profundidade de, pelo menos, 2 polegadas (5 cm) para um adulto médio, evitando excesso na profundidade das compressões torácicas (superiores a 2,4 polegadas (6 cm). 


    Sensato que os prossionais de saúde apliquem compressões torácicas e ventilação em todos os pacientes adultos com PCR, seja por uma causa cardíaca ou não cardíaca. Além disso, os prossionais de saúde podem adaptar a sequência de ações de resgate à causa mais provável da PCR.