Em vítimas adultas de PCR, o correto é que os socorristas apliquem compressões torácicas a uma frequência de 100 a 120/min.
O número de compressões torácicas aplicadas por minuto durante a RCP é um fator determinante importante do retorno da circulação espontânea (RCE) e da sobrevivência com boa função neurológica. O número real de compressões torácicas aplicadas por minuto é determinado pela frequência das compressões torácicas e o número e a duração das interrupções nas compressões (para, por exemplo, abrir a via aérea, administração de ventilação de resgate, permitir análise DEA). Na maioria dos estudos, a aplicação de mais compressões está associada a maiores taxas de sobrevivência, ao passo que a aplicação de menos compressões está associada a uma menor sobrevivência. A aplicação de compressões torácicas adequadas exige ênfase não somente na frequência adequada de compressões, mas também em minimizar interrupções a este componente crítico da RCP.
Durante a RCP manual, os socorristas devem aplicar compressões torácicas até uma profundidade de, pelo menos, 2 polegadas (5 cm) para um adulto médio, evitando excesso na profundidade das compressões torácicas (superiores a 2,4 polegadas (6 cm).
Coordenador no Curso de Bombeiro Profissional Civil no CMV Botucatu | Instrutor Credenciado CBPMSP | Coordenador do PGRSS do Hemocentro de Botucatu | Palestrante | Auditor | Bombeiro Civil II - CNBC: 300318 | Responsável Técnico por Ensino de Bombeiros | Tecnologia em Segurança do Trabalho | Meio Ambiente | Coren/SP 1093337 TE | TST - 0077671/SP MTE |
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
Descrever os procedimentos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) baseados nas novas diretrizes da American Heart Associaton | 2015
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Atualização AHA 2015
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