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sábado, 4 de junho de 2016

SEMANA DE ENFERMAGEM EDUVALE AVARÉ/SP




NR 32 = BIOSSEGURANÇA

A Norma que cuida da Saúde dos porfissionais da área de saúde

No Brasil e no mundo, essa é a primeira norma criada para estabelecer diretrizes básicas para a implementação da medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores na área da saúde.
Em todo o mundo, os acidentes e doenças do trabalho matam, por ano, cerca de 2 milhões de trabalhadores, estima a OIT (Organização Internacional do Trabalho). 
Em um  total de 458.956 acidentes notificados, 30.161 correspondiam ao setor de saúde (2004) , sendo  que houve um aumento de acidentes de mais de 30% em relação a 2003, com 23.108 notificações.

A saúde  ocupa o 1º lugar no ranking de registros de acidentes (MPS), mesmo com a ineficiência dos processos de notificação. (principalmente no tocante aos acidentes com riscos-biológicos)

O Brasil agrega cerca de 2,5 milhões de profissionais da área de saúde.

Os problemas enfrentados pelos profissionais do setor da saúde, como a falta de cultura à prevenção defraga  os altos índices de registros de acidentes apresentados pelo setor nos últimos levantamentos realizados pelo Ministério da Previdência Social (MPS).

 As doenças relacionadas ao trabalho respondem por 1,6 milhão de mortes; os acidentes de trabalho, por 360 mil mortes. 12.000 dos trabalhadores mortos anualmente no mundo são crianças. 

O número de mortes causadas por acidentes e doenças relacionadas ao trabalho ultrapassa aquele causado por epidemias como a Aids.

O cumprimento à legislação vigente e a necessidade de conscientização ambiental preventiva frente aos profissionais da saúde é fundamental para a sustentabilidade da saúde.

A importância da implantação, capacitação e implementação dos funcionários induz a valorização do maior capital dos EAS, o capital humano.


Sobre a NR32

A NR 32  tem por finalidade estabelecer as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde, bem como daqueles que exercem atividades de promoção e assistência à saúde em geral.

Para fins de aplicação desta NR entende-se por serviços de saúde qualquer edificação destinada à prestação de assistência à saúde da população, e todas as ações de promoção, recuperação, assistência, pesquisa e ensino em saúde em qualquer nível de complexidade.

A proteção aos riscos:

Considera-se Risco Biológico a probabilidade da exposição ocupacional a agentes biológicos, as medidas de proteção devem ser adotadas a partir do resultado da avaliação, previstas no PPRA.

Em todo local onde exista a possibilidade de exposição
a agentes biológicos, devem ser fornecidas aos trabalhadores
instruções escritas, em linguagem acessível, das rotinas realizadas no local de trabalho e medidas de prevenção de acidentes e de doenças relacionadas ao trabalho.

Toda a capacitação deve ser oferecida ao trabalhador, o empregador deve comprovar para a inspeção do trabalho a realização da capacitação através de documentos que informem a data, o horário, a carga horária, o conteúdo ministrado, o nome e a formação ou capacitação profissional do instrutor e dos trabalhadores envolvidos.

A todo trabalhador dos serviços de saúde deve ser fornecido, gratuitamente, programa de imunização ativa contra tétano, difteria, hepatite B e os estabelecidos no PCMSO.

Os produtos  químicos, para prevenção, deve ser mantida a rotulagem do fabricante na embalagem original dos produtos químicos utilizados . No PPRA  deve constar inventário de todos os produtos químicos, inclusive intermediários e resíduos, com indicação daqueles que impliquem em riscos à segurança e saúde do trabalhador.

Os trabalhadores envolvidos devem receber capacitação inicial e continuada que contenha, no mínimo:

a) as principais vias de exposição ocupacional;

b) os efeitos terapêuticos e adversos destes medicamentos e o possível risco à saúde, a longo e curto prazo;

c) as normas e os procedimentos padronizados relativos ao
manuseio, preparo, transporte, administração, distribuição e descarte
dos quimioterápicos antineoplásicos;

d) as normas e os procedimentos a serem adotadas no caso de ocorrência de acidentes.

e) a apresentação das fichas descritivas, com explicação das informações nelas contidas;os procedimentos de segurança relativos à utilização;
 
f) os procedimentos a serem adotados em caso de incidentes, acidentes e em situações de emergência.

A capacitação deve ser ministrada por profissionais de saúde familiarizados com os riscos inerentes aos quimioterápicos antineoplásicos.

O atendimento das exigências desta NR, com relação às radiações ionizantes, não desobriga o empregador de observar as disposições estabelecidas pelas normas específicas da Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, do Ministério da Saúde

Dos resíduos, cabe ao empregador capacitar, inicialmente e de forma continuada, os trabalhadores nos seguintes assuntos:

a) segregação, acondicionamento e transporte dos resíduos;

b) definições, classificação e potencial de risco dos resíduos;

c) sistema de gerenciamento adotado internamente no estabelecimento;

d) formas de reduzir a geração de resíduos;

e) conhecimento das responsabilidades e de tarefas;

f) reconhecimento dos símbolos de identificação das classes de resíduos;

g) conhecimento sobre a utilização dos veículos de coleta;

h) orientações quanto ao uso de Equipamentos de Proteção Individual - EPIs.


A segregação dos resíduos deve ser realizada no local onde são gerados: PGRSS
Os refeitórios dos serviços de saúde devem atender ao disposto na NR-24
Os trabalhadores que realizam a manutenção e as empresas que prestam assistência técnica e manutenção além do treinamento específico para sua atividade, devem também ser submetidos a capacitação inicial e de forma continuada, com o objetivo de mantê-los familiarizados com os princípios de:

a) higiene pessoal;

b) riscos biológico (precauções universais), físico e químico;

c) sinalização;

d) rotulagem preventiva;

e) tipos de EPC e EPI, acessibilidade e seu uso correto.
As condições de conforto são  relativas aos níveis de ruído previstas na NB 95 da ABNT;

As condições de iluminação são determinadas conforme NB 57 da ABNT;

As condições de conforto térmico estão previstas na RDC 50/02 da ANVISA.
 


CURSO DE APH BOFETE - 2016



O atendimento pré-hospitalar (APH) é destinado às vítimas de trauma, violência urbana, mal súbito e distúrbios psiquiátricos. Visa estabilizar o paciente de forma eficaz, rápida e com equipe preparada para atuar em qualquer ambiente e remover o paciente para uma unidade hospitalar. 

Em 2002, tendo em vista o crescimento da demanda por serviços de urgência e emergência e ao real aumento do número de acidentes e da violência urbana, o Ministério da Saúde aprovou a regulamentação técnica dos sistemas estaduais de Urgência e Emergência, por meio da Portaria 2048, ratificando que esta área constitui-se em um importante componente da assistência à saúde. No ano seguinte, a Portaria1864/GM deu início à implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU-192) nas modalidades suporte básico e avançado de vida, atuação desenvolvida em todo o território brasileiro pelos Estados em parceria com o Ministério da Saúde e as Secretarias Municipais de Saúde.  A Enfermagem ainda conta com a  Resolução Cofen 375/2011, que dispõe sobre a presença do enfermeiro    no Atendimento Pré-Hospitalar e Inter-Hospitalar, em situações de risco conhecido ou desconhecido.

No Brasil, o APH envolve o Corpo de Bombeiros, o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e também as empresas particulares. A enfermagem participa em todas essas vertentes e como em qualquer outra área do cuidar, deve estar alicerçada em conhecimento, capacitação técnica e humanização.



No que consiste o serviço de atendimento pré-hospitalar (APH)?
O nome pré-hospitalar caracteriza-se pelo atendimento à vítima antes da mesma chegar ao hospital, podendo ser em locais habitados normalmente (ruas, residências, comércios etc.), locais de difícil acesso como buracos, galerias fluviais, escombros e outros, além do atendimento aquático; logicamente, para isso, a equipe requer treinamento. Nestes locais iniciamos a prestação do serviço de saúde básico ou avançado. Após estabilização, a vítima é encaminhada para o hospital por meio do melhor recurso disponível, entre eles ambulância, helicóptero ou lancha. 


Existe um protocolo nacional de atendimento?
O Brasil segue é o modelo americano, criado em 1990 por representantes da 
American Heart Association (AHA), da European Resuscitation Council (ERC), da Heart and Stroke Foundation of Canada (HSFC) e da Australian Resuscitation Council (ARC). Ele nasceu da necessidade de se criar nomenclatura na ressuscitação e pela falta de padronização de linguagem nos relatórios relativos à parada cardíaca em adultos em ambiente extra-hospitalar. Em 1992, durante a conferência internacional "Resuscitation 92", Brighton, na Inglaterra, propôs-se uma cooperação internacional contínua por meio de um comitê de ligação permanente, multidisciplinar, para diretrizes na área. Assim, ficou determinado que o “LS” life support seria a maneira de disseminar e padronizar os atendimentos no APH. Nos dias atuais são esses protocolos que vigoram pelas Américas e Europa, claro que cada local com suas peculiaridades. No Brasil, em 1976, o médico Ari Timerman despertou interesse sobre ressuscitação e teve acesso aos protocolos da AHA. Logo depois, John Cook Lane trouxe ao Brasil os primeiros cursos de ressuscitação e publicou os primeiros livros na língua portuguesa. Em seguida, os cursos começaram a ser ministrados no Brasil em parceria com o Hospital Albert Einstein.  Os protocolos estão disponíveis para acesso no site da AHA - www.heart.org .

sexta-feira, 18 de março de 2016

Curso de APH 60 Horas





Atendimento Pré Hospialar - APH, é  um curso livre de formação de socorrista com duração  de 60  horas, sendo aplicadas tecnicas e procedimentos do PHTLS e BLS | AHA ,curso realizado em Botucatu/SP e Bofete/SP ( ministramos este curso em outros estados e cidades mediante fechamento de turma).
Nosso curso segue padrões internacional de atendimento a vitimas, o aluno estará apto a prestar socorros a vítimas de traumas e emergências  clinicas. Ao término do curso  o aluno  receberá certificado .
 

PÚBLICO ALVO: Profissionais graduados da saúde , técnicos e auxiliares da área de saúde, Bombeiros Civis, Téc. em segurança, socorristas, brigadistas, policiais, militares das forças armadas, segurança privada, condutores de ambulância e outros. 


CERTIFICAÇÃO TEM VALIDADE : Nacional 
VALOR ATÉ 10 DIAS ANTES DO CURSO: R$ 300 APÓS 
R$ 380,00 
CONNDIÇÕES DE PAGAMENTO: A vista ou uma entrada e mais uma no cheque.
PRÓXIMA TURMA INÍCIO EM  07,14,21, 28/05/2016  e 04/06/2016- 60 horas aulas com inicio em 07/05/2016.
Contato (14) 99775-7132
 Garanta a sua e seja um socorrista !


Leia mais: 
http://ansegtreinamento.wix.com/anseg




CURSO DE APH em Bofete/SP

#Curso de #APH  em #Bofete/SP
Entre em contato com Carlos (Pingo)
 WhatsApp (14) 98101-4772


domingo, 17 de janeiro de 2016

#CURSO #APH #60HORAS #ATUALIZAÇÃO #AHA #2015 #ENFERMAGEM #BOMBEIROS

 INICIA O CURSO DE CAPACITAÇÃO EM APH | FEVEREIRO/2016 | 60 HORAS 
Maiores informações entrar em contato pelo telefone: 14- 3814 - 6449 -                           e-mail: vitoria.botucatu@gmail.com  

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Descrever os procedimentos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) baseados nas novas diretrizes da American Heart Associaton | 2015




  • Em vítimas adultas de PCR, o correto é que os socorristas apliquem compressões torácicas a uma frequência de 100 a 120/min. 


    O número de compressões torácicas aplicadas por minuto durante a RCP é um fator determinante importante do retorno da circulação espontânea (RCE) e da sobrevivência com boa função neurológica. O número real de compressões torácicas aplicadas por minuto é determinado pela frequência das compressões torácicas e o número e a duração das interrupções nas compressões (para, por exemplo, abrir a via aérea, administração de ventilação de resgate, permitir análise DEA). Na maioria dos estudos, a aplicação de mais compressões está associada a maiores taxas de sobrevivência, ao passo que a aplicação de menos compressões está associada a uma menor sobrevivência. A aplicação de compressões torácicas adequadas exige ênfase não somente na frequência adequada de compressões, mas também em minimizar interrupções a este componente crítico da RCP.

      Durante a RCP manual, os socorristas devem aplicar compressões torácicas até uma profundidade de, pelo menos, 2 polegadas (5 cm) para um adulto médio, evitando excesso na profundidade das compressões torácicas (superiores a 2,4 polegadas (6 cm). 


    Sensato que os prossionais de saúde apliquem compressões torácicas e ventilação em todos os pacientes adultos com PCR, seja por uma causa cardíaca ou não cardíaca. Além disso, os prossionais de saúde podem adaptar a sequência de ações de resgate à causa mais provável da PCR.