Os acidentes de trabalho resultam em diversos custos para a empresa. Estes gastos podem ser classificados como custos diretos, também chamados de custos segurados, e custos indiretos, conhecidos também por custos não segurados, de acordo com a cartilha de dicas de prevenção de acidentes e saúde no trabalho do SESI e SEBRAE.
Como exemplo de custo segurado está o recolhimento mensal feito à Previdência Social para pagamento do seguro contra acidentes do trabalho, com o objetivo de garantir uma das modalidades de benefícios estabelecidos na legislação previdenciária.
Estudos informam que a relação entre os custos segurados e os não segurados é de 1 para 4, ou seja, para cada real gasto com os custos segurados (diretos), são gastos 4 reais com os custos não segurados (indiretos).
O impacto dos custos não segurados pode ser percebido principalmente nas seguintes situações:
• salário dos quinze primeiros dias após o acidente;
• transporte e assistência médica de urgência;
• paralisação de setor, máquinas e equipamentos;
• comoção coletiva ou grupo de trabalho;
• prejuízos ao conceito e à imagem da empresa;
• treinamento de substituto;
• multas e encargos contratuais;
• perícias trabalhistas;
• indenizações e honorários legais.
A lista acima mostra apenas alguns exemplos dos problemas que podem ser gerados pelos acidentes nos ambientes de trabalho. Por isso é importante investir em treinamentos e medidas que previnam acidentes e doenças laborais. Os equipamentos de proteção individual também possuem um papel fundamental nesta luta. Bons equipamentos são sinônimos de segurança e economia em longo prazo.
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